domingo, 12 de agosto de 2012

Resumo da Avaliação dos planos de governo dos candidatos a prefeito do município de Piúma/ES – 3ª Parte – Candidato André Laiber



Seguindo para a 3ª Parte da Avaliação...




DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Ao analisar a proposta do candidato André Layber, nota-se que há, em seu plano

de governo entregue ao TRE, uma maior atenção dada ao desenvolvimento social.
A proposta do candidato referente ao desenvolvimento social, é apontada em dois momentos, ora sob os títulos “Inclusão Social e Cidadania”, ora sob o tema “Promoção e Assistência Social”. Em “Inclusão Social
e Cidadania”, sua proposta é assim apresentada:

Construir uma Piúma para todos é ponto fundamental do Governo de Andre Layber. 
Isto significa incluir muitos cidadãos no circulo do desenvolvimento econômico e social, através de programas de geração de renda e criação de novos postos de trabalho, formação e qualificação profissional, inclusão digital, estimulo à economia popular e solidária. Esta é uma obra que não pode parar, porque é uma questão de justiça social, ações que fazem de Piúma de hoje uma cidade com oportunidade para todos.
Ok, pequena pausa aqui para uma pergunta: A Piúma de "hoje" a que o candidato se refere é a mesma onde vivo? Que ações exatamente têm sido tomadas para o Desenvolvimento Social do município, além de alguns cursos profissionalizantes? (dos quais ouvi falar mas não conheci ninguém que tenha feito) Não venha com demagogia sobre meia dúzia de cursos, alguns patrocinados pelas empresas que vão se instalar em Anchieta e que, conscientemente, estão formando profissionais para seu próprio consumo (isso foi um elogio às empresas).

- Implantar uma unidade do Portal do Trabalhador;

Certo, aqui ainda tenho uma dúvida, de que vale implantar uma unidade do Portal do Trabalhador se não existem vagas de empregos? A unidade vai trabalhar junto ao SINE de Anchieta? Sim porque sem um Plano Decente para gerar empregos essa Unidade será apenas mais um elefante branco no município.

- Ampliar o atendimento aos programas Municipais;

Que programas, candidato?

- Criar o Fundo de Desenvolvimento Local de Piúma, visando apoio e
fomento à geração de ocupação e renda dos grupos de economia popular
e solidária;

Essa eu gostei, só gostaria de saber de onde vão sair os recursos para esses fundos.

- Implantar o Marco Legal ( Lei Municipal de Compras Públicas ) que
possibilita a compra de produtos e serviços dos grupos da economia
popular e solidária;

Isso é muito bonito no papel, mas na prática o sistema de licitação vai continuar exigindo que a Prefeitura se fixe no melhor preço, isso implica aos "grupos da economia popular e solidária" baixarem seus preços até o praticado por empresas com maiores condições de preços baixos, inviabilizando o lucro desses grupos. História para boi dormir.

- Implantar Centros de inclusão Digital nas áreas de maior vulnerabilidade
do Município;

Só a título de informação, a Caixa Econômica já ofereceu à Piúma a implantação de um projeto de Inclusão Digital e, não sei como, Piúma perdeu os 60 mil reais... Isso obra do atual prefeito, tão louvado por André Layber.

- Criar Centros Públicos de qualificação social e Profissional;

E o Centro de Referência de Assistência Social, Sr. Layber? Não deveria ser utilizado para isso? E, enquanto era secretário de Assintência Social, qual foi sua contribuição para que a efetiva ação do CRAS?

- Implementar programas de qualificação profissional nas áreas de alimentação e hotelaria, Restaurantes;

E isso vai adiantar de que se os hoteleiros de Piúma estão cada dia mais empobrecidos?

- Ampliar os programas destinados à elevação da escolaridade com capacitação profissional da população jovem e adulta.

Continuo questionando de que vale capacitar o cidadão para ele ficar em casa ou para catar marisco para comer.

- Implantação do Programa ‘’ Minha Casa Minha Vida ‘’ para a população
de baixa renda (LAYBER, 2012, p. 3).

A ver...

Eu perdi todo esse tempo comentando o Plano de Governo do Candidato André Layber, mas minha verdadeira pergunta sobre este Plano de Governo pretendo publicar no próximo post.

Será que é só Fernanda Taylor quem plagia Planos de governo?

Viva Piúma!!!

Errata e continuação da Avaliação dos planos de governo dos candidatos a prefeito do município de Piúma/ES


No post anterior :

Tópicos importantes da Avaliação dos planos de governo dos candidatos a prefeito do município de Piúma/ES - Parte 1 - Candidato Samuel Zuqui


Na verdade o resumo é da 2ª Parte da Avaliação do Sr. Bodart

Mas apesar do erro, fica valendo o que foi dito, ok, pessoal?

Então vou voltar para a primeira parte da Avaliação e fazer meu resumo e dar minha opinião.

1. APRESENTAÇÃO DE COMO FOI PRODUZIDO O DOCUMENTO/Metodologia

A proposta do candidato Samuel Zuqui, existe a seguinte descrição:

"A elaboração das propostas de governo tem como base as diretrizes partidárias e
o planejamento geral da campanha, onde serão definidos as prioridades e os
grandes projetos e programas defendidos pelas candidaturas coligadas e que
serão apresentados de forma clara e objetiva no Programa de Governo. (ZUQUI,
2012, p. 1)."

O documento afirma que o documento é fruto as diretrizes partidárias e o
planejamento geral da campanha. Acredito que parte desta afirmativa não seja coerente
com a realidade, uma vez que, as coligações partidárias se definiram na véspera do
registro da candidatura. Vários grupos que não faziam parte do grupo original se
coligaram posteriormente à elaboração do programa de governo.

A coligação Unidos por Piúma que une os partidos PTB / PPS / PSDC / PHS / PMN / PTC / PSB / PV  e PSDB, foi definida menos de uma semana antes do registro de candidatura e se o Sr. Samuel Zuqui me disser que eles conseguiram criar (ainda que de forma precária) um Plano de Governo após isso, tenho apenas um comentário a fazer: 
"ISSO EXPLICA BEM UM PLANO DE GOVERNO TÃO INEFICAZ E QUE NÃO DIZ NADA A POPULAÇÃO"

2. DEMOCRACIA E TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA

Em relação ao programa do candidato Samuel Zuqui, apenas aponta a 

Ampliação da capacidade de controle de gastos públicos bem como na transparência das e ações municipais, desenvolvendo mecanismos de gestão administrativa e meios legais permissivos (ZUQUI, 2012, p.2).

Acredito que tal afirmação é vaga e imprecisa. Pelo documento observamos que
não existe a preocupação de promover a participação social, antes caracterizando-se
como centralizador e tecnocrático. Cita a necessidade do controle dos gastos públicos,
mas não faz menção quem seriam os controladores. Seria a própria administração? A
população não é se quer mencionada.

A verdade é que a sentença não diz absolutamente nada. "Ampliação da capacidade de controle de gastos públicos" Que tipo de ampliação? Estendendo este controle à população? Mas de que forma?
"Desenvolvendo mecanismos de gestão administrativa e meios legais permissivos"
É muita ignorância minha perguntar exatamente o que ele quis dizer com isso? Que tipo de mecanismos, Sr. Zuqui? E que meios legais?
Na verdade o que vejo é uma série de palavras extensas e rebuscadas que não dizem absolutamente nada.

Sei que os jornalistas tem uma técnica para escrever, questões que precisam ser respondidas quando se escreve uma matéria: Como? Porque? Quando? Onde?

Um texto como um Plano de Governo deveria seguir esses mesmos parâmetros para que não ficássemos fazendo esse tipo de pergunta. 

Transcrevo aqui na íntegra o Balanço do Sr. Bodart sobre os tópicos avaliados na 1´ª parte de sua avaliação.

Breve balanço desta primeira parte avaliativa:
Grosso modo parece que os candidatos André Layber e Fernanda Taylor são
mais abertos a ampliação democrática. O candidato André Layber deixando-os dúvida se
realmente entende o que é isso, uma vez que considera a atual administração
democrática e participativa. E a candidata Fernanda Taylor parece não saber bem
colocar em prática. Quanto ao Samuel Zuqui, pelo documento em análise, parece não
dar importância para a participação social na gestão pública.
Quanto a elaboração desse documento, não houve a preocupação de André
Layber em esclarecer o que e quem esteve por traz de sua elaboração. O Samuel
afirmou que foi realizado por meio dos interesses dos grupos a ele coligado, o que parece
não ser a realidade. A Fernanda afirma que foi feito par meio da participação da
população, não deixando claro se esta definiu o que seria tratado no documento ou se
apenas foi consultada. Quanto a veracidade dessa participação eu, por ficar fora de
Piúma devido aos meus estudos, não posso dizer que houve ou não houve. Isso cabe ao
eleitor avaliar se é verdade ou mentira.

Continuo tão cheia de dúvidas quanto estava após ler os planos de governo e antes de ler a avaliação.

Nossos candidatos (seus assessores) podem até saber escrever bonito, mas não sabem tornar um texto compreensível e principalmente, não sabem escrever para o povo, ou não se importam, ou acreditam que ninguém se importe ou ainda, estão se lixando para essa história de Plano de Governo, da mesma forma como quando estiverem no poder estarão se lixando para as necessidades do município, como a "situação" atual.

Viva Piúma!

Tópicos importantes da Avaliação dos planos de governo dos candidatos a prefeito do município de Piúma/ES - Parte 1 - Candidato Samuel Zuqui



Não há muito o que o Sr. Cristiano Bodart possa analisar na proposta do candidato Samuel Zuqui.


AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE GOVERNO DOS CANDIDATOS A 
PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PIÚMA/ES
SEGUNDA PARTE


Já no meu caso (sem trocadilhos) posso analisar o descaso com que o Plano de Governo do candidato foi elaborado.

O tópico "Desenvolvimento Econômico" não parece ser uma preocupação do Sr. Samuel, visto que parece acreditar que Piúma continua sendo uma aldeia de pescadores e foca o desenvolvimento nas áreas de Agricultura e Pesca.

"Promoção do desenvolvimento rural e da pesca, de forma sustentável através de
políticas públicas de incentivo a produção e escoamento bem como através de
parcerias de ordem técnica e financeira (ZUQUI, 2012, p. 3)."

Isso e o turismo (que será avaliado pelo Sr. Bodart mais à frente) parecem ser os únicos tópicos do Plano de Governo.

Acontece que, ainda de acordo dom o Sr. Bodart, esse setor da economia Piumense abrange apenas 2,81%. 

Será que o Sr. Samuel parou no tempo? Será que ele acredita que, com todo o crescimento na região, incluindo a vinda de empresas como PETROBRAS  e Vale do Rio Doce, Piúma vai continuar estagnada? 

Infelizmente, Sr. Bodart, o senhor não pode esperar muito de um candidato que, dizem as más (ou boas) linguas sequer gere a própria campanha, uma vez que, de acordo com minhas fontes, a última palavra desse candidato é sempre: 

"Claro, Francine"


A preocupação com a pesca no município é louvável, coisa que não fica explicito
nos programas dos demais candidatos. Trata-se de um setor que ainda emprega e parece
estar em decadência.
Parece não compreender que não existe “a Piúma de outrora”, da época de sua administração”,

nos levando a acreditar que ele e sua equipe não estão cientes ou preocupados com o
desenvolvimento comercial e de serviços na cidade, assim como o desenvolvimento
industrial que toda a Região Litoral Sul, a qual Piúma faz parte, já vem vislumbrando.
A preocupação com a pesca no município é louvável, coisa que não fica explicito
nos programas dos demais candidatos. Trata-se de um setor que ainda emprega e parece
estar em decadência.
Ao apresentar que possui interesse em promover o desenvolvimento rural e
pesqueiro, limita-se em afirmar que isso será por meio de parceria. Parceria de quem com
quem? Importante destacar que o referido documento, embora muito sucinto e restrito,
deixa claro que os incentivos na pesca e na agropecuária serão técnicos e financeiros.

Será que eu sou a única que me surpreende pelo descaso com que os Planos de Governo foram elaborados? Ou será que é pedir muito dos candidatos que levem a sério suas campanhas e apresentem algo digno de um município com pessoas com inteligência razoável?

Eu não me decepciono, apenas me surpreendo com o fato de que em toda eleição em Piúma é a mesma coisa e o povo, em sua maioria, sequer se dá o trabalho de saber o que consta nos planos de governo, quem dirá se mobilizar para fazer com que se cumpra o mesmo.

Como, afinal de contas, podemos cobrar por algo que não existe? Um Plano de Governo genérico, um Plágio de Governo e um Plano de Governo que aparenta ter sido feito por uma pessoa completamente alienada dos problemas de Piúma.

ISSO É O NOSSO FUTURO! É EM UM DESSES CANDIDATOS QUE A GENTE TEM QUE ESCOLHER!

Sobreviva Piúma!

sábado, 11 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Situação???


Pode-se dizer, sem medo de errar, que "esta" É a situação de Piúma.
Tanto no sentido político quanto no sentido literal.

Vi no Facebook um comentário sobre o lixo deixado após o comício do candidato André Layber, também li alguns comentários a respeito.

Me abstive de comentar lá pelo simples fato de que um comentário é pouco para a "situação" de Piúma.

Posso começar com o estado precário de nossa praia, ou a situação do lixo que permanece nas ruas durante dias e ninguém toma nenhuma atitude, talvez devesse falar sobre o calçamento das ruas...

Ok, vamos começar com isso:

O candidato André Layber está utilizando a "boa" administração atual como base de sua campanha, o que eu acho que é uma tremenda besteira, mas, não sou assessora dele, não é mesmo?

Na festa de São Pedro, quando vi o cartaz no palco, dizendo: "mais de cento e sei lá quantas ruas calçadas em não sei quanto tempo" (eu deveria ter lido e anotado, mas infelizmente estava ocupada demais rindo).

Fiquei me perguntando até onde vai a cara de pau da "situação" de Piúma e quantos dos moradores que pagaram pelo calçamento de suas ruas se sentem frustrados, ofendidos, irados, com o fato de o candidato André Layber usar um serviço PAGO por eles (sim porque minha rua está calçada apenas até antes da minha casa, de ambos os lados, por que eu NÃO paguei.

Fico feliz de não ser feita de idiota, como muitos moradores, que pagaram para promover a campanha de André Layber.

Piúma está um lixo! Se você cruza a divisa para o lado de Anchieta, parece estar entrando em outro mundo, se cruza para o lado de Itaipava, a sensação é  mesma.

A incompetência dessa administração é flagrante e infame.

Mas pior do que ser incompetente, é fingir que se está fazendo algo, quando na verdade é o povo que está fazendo.

Para que então eu pago IPTU, senão para que a prefeitura pague pelo calçamento da minha rua?

Falando em IPTU, alguém pode me confirmar se é cobrada a taxa de iluminação pública no IPTU também? Hoje me disseram que sim e eu ainda não conferi. Isso é um absurdo.

Como é absurda a "situação" de Piúma, que pretende nos fazer engolir um candidato que elogia e louva os feitos dessa administração relapsa e ainda afirma que pretende "continuar" o que está sendo feito.

Sr. André Layber, o senhor deveria, por ser de uma família tradicional da cidade, ter mais amor por este município que enriqueceu sua família e não continuar essa infame falcatrua que alguns sem noção chamam de "administração municipal"

Continuar insistindo nessa administração é oferecer nossa cidade de mão beijada para que eles acabem de afundar Piúma.

Será possível que sou só eu quem vê o lixo, o estado de decadência, o desleixo, o descaso que anda maltratando Piúma?

Quer meu voto, Sr. Layber? Não haja como se Piúma fosse o paraíso, não fale como se tudo estivesse maravilhoso, não finja que a atual administração, que a "situação" de Piúma é a melhor possível.

Seja honesto o bastante para falar claramente sobre a situação da cidade e, quem sabe...

Não, nem assim...

Viva Piúma, não a deixem morrer!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Samuel Zuqui e as contas reprovadas - 2 parte





Olá pessoal!

Esta mensagem foi divulgada na internet e eu fiquei me perguntando se ela estaria direcionada a mim.
Se for o caso, acho que o Sr. Bruno Alpoim Sabbagh poderia ter me enviado diretamente a mensagem além de divulga-la, mas... Vamos deixar isso barato.
Parece que além de contestar meu questionamento sobre a candidatura do Sr. Samuel Zuqui, o advogado se sentiu pessoalmente ofendido com o fato de eu “questionar” (veja, doutor, existe uma grande diferença entre “questionar” e “ficar balbuciando falácias”) o envolvimento do Governador no caso da candidatura de Samuel.
A verdade é que tenho sim alguns advogados a quem poderia ter consultado, mas ao contrário do que o Sr. Sabbagh parece pensar, não fiz nenhuma acusação (não dizem por aí que perguntar não ofende?).
Mais uma coisa, Sr. Bruno, não me envergonho de “ignorar” as coisa, é exatamente por isso que estou aqui, para perguntar e receber respostas.
Como no caso do PT, que de forma racional e coerente, respondeu meus questionamentos e tentou esclarecer dúvidas de eleitores comuns.
No seu caso, sinceramente, considero sua reação um tanto exagerada, tendo em vista a “inocência” de seu candidato.
Mais uma vez deixo claro que este espaço é para expor dúvidas, não para acusar e embora algumas pessoas pareçam acreditar que estou apoiando algum candidato em especial, não estou.
Não sou ninguém para condenar ou julgar, mas sou, sim, um ser pensante que se dá o direito de questionar temas que são de domínio e interesse públicos.
Aqui está a mensagem e, como sempre, estou colocando meus questionamentos em azul, quem sabe o Sr. Bruno não nos esclarece também essas dúvidas?


Caros Internautas
A questão das contas do candidato Samuel Zuqui está posta de forma a induzir o internauta ao erro, por ignorância a respeito do assunto ou malicia, senão vejamos:
A legislação eleitoral representada pela Lei Complementar 064/90 com nova redação dada pela 135/2010, através da alínea “g” do artigo 1° diz que:
g) Os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes, contados a partir da data de decisão, aplicando-se o disposto no inciso ll do art. 71 da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição; (Redação dada pela Lei Complementar n° 135, de 2010)
Disso, extrai-se que a irregularidade ensejadora da inelegibilidade decorre de decisão reconhecendo a irregularidade dos atos de gestão em que foi confirmado o ato doloso configurador da improbidade administrativa, pelo Tribunal de Contas (inciso ll do artigo 71 da Constituição). Em cima disso existem várias discussões na justiça acerca da autonomia do Tribunal de Contas para apurarem quando o prefeito pratica ato doloso de improbidade, pois segundo a maioria dos doutrinadores de direto, somente ao judiciário cabe declarar o ato de improbidade após um processo judicial devidamente instruído e com o estabelecimento de contraditório e etc.
Ademais, a certidão emitida pelo Tribunal de Contas onde consta apenas uma rejeição por ato de gestão, não foi mencionado que ela era eivada de ato doloso ensejador de improbidade administrativa e para tanto não existe processo de improbidade em face de Samuel por esta decisão do tribunal.
(não foi mencionado, significa que não existe tal ato, ou que ele foi deliberada ou não intencionalmente citado?)
No Tocante as contas reprovadas, não há que se falar em inelegibilidade, pois todas elas foram aprovadas pela câmara de vereadores em julgamento na forma do inciso l do artigo 71 da Constituição federal e somente se fossem reprovadas pela câmara ele estaria inelegível. O fato do Tribunal de Contas reprovar contas ou rejeitar os atos de gestão não significa que houve algo de errado, pois para os leigos especialmente o autor destes impropérios , existe o Ministério Público de Contas, e quando há indícios de fraude ou lesão aos cofres públicos, eles oferecem as denuncias cabíveis em matéria criminal e propõem as ações cabíveis em matéria cível, o que certamente não aconteceu com Samuel Zuqui.
(a autora desses “impropérios” não compreendeu a frase: “O fato do Tribunal de Contas reprovar contas ou rejeitar os atos de gestão não significa que houve algo de errado” afinal, se não há nada errado, porque as contas não foram aprovadas?)
A Reclamação, interposta por Samuel no Supremo tribunal Federal, foi medida preventiva para uma eventual impugnação, ou seja, para o caso do Ministério Público tentar impugnar sua candidatura gerando um desgaste desnecessário ante a sua certeza de estar amparado pelo direito. O que não quer dizer que se fosse alvo de ação de impugnação não conseguiria uma sentença favorável, pelo contrário tanto Samuel quanto todos os seus advogados e conhecedores do direito, inclusive o próprio promotor de justiça eleitoral de Piuma, são sabedores que seus problemas junto ao Tribunal de Contas não são ensejadores de inelegibilidade.
(É melhor prevenir do que remediar? Foi o que entendi deste parágrafo. Além do mais fica aqui uma outra questão – apenas uma pergunta, Sr. Bruno – se não houve dolo, então é apenas uma questão de erro? Isso poderia ser classificado como incompetência? E depois de ter 4 contas rejeitadas em um período em que a verba municipal deveria ser relativamente fácil de administrar, já que era bem menor, nós eleitores deveríamos confiar na capacidade do Sr. Samuel Zuqui em administrar nosso município?)

·        Destarte, não se pode sem um fundamento coeso ficar balbuciando falácias sobre eventual “cancelamento” de sua candidatura, o que não tem sentindo, pois não foi seu registro sequer alvo de alguma ação de impugnação. E se o autor dessa matéria esta querendo dizer que a reclamação no STF, for ao final julgada improcedente, e por isso ele perderá o seu registro, estará falando mais uma bobeira, tendo em vista que o Ministério Público em seu parecer sobre o registro da candidatura de Samuel Zuqui reconheceu sua elegibilidade, o que no meu entender corresponde a entender que a certidão emitida pelo Tribunal de Contas não tem elementos que ensejam uma infração da
alínea “g” do artigo 1° da lei complementar 064/90. (Me desculpe por não concordar com o termo “balbuciando falácias” pois em momento algum tentei “enganar ou burlar” ninguém, uma vez que não fiz nenhum tipo de afirmação)
Pior ainda, é ficar inventando conspirações a respeito de uma possível intervenção do Governador no assunto, e cassação de mandato. Isso na verdade é um desrespeito ao trabalho de nós advogados, como se não soubéssemos defender nossos clientes dependendo de políticos para manusear o judiciário, colocando inclusive em cheque as decisões do próprio judiciário
(Sr. Bruno, ninguém inventou conspirações, meu questionamento foi se o Governador saberia de algo que não sabemos e pelo jeito como o senhor se explica, fica claro que talvez o governador saiba sim, mais do que eu. Quanto ao desrespeito ao trabalho de advogados, coloco em minha defesa que apesar de confiar tanto neles, quanto confio em políticos, não duvido em momento algum de sua capacidade de conseguir que a Lei se torne manipulável o suficiente para o benefício de seus clientes)
Pelo que observei da leitura da matéria, esta pessoa certamente não foi informada por nenhum advogado, ou se o foi, ele desconheceu por completo a matéria eleitoral posta em discussão.
Atenciosamente,
BRUNO ALPOIM SABBAGH
OAB/ES 12.128

Como uma análise leiga e ignorante de todo o texto me atrevo a dizer
que:
“Não foi provada a inocência do Sr. Samuel, mas sim utilizada uma tática “de advogado” para inocentá-lo. Ou seja, os advogados se aproveitaram de um erro no procedimento.”

Tópicos importantes da Avaliação dos planos de governo dos candidatos a prefeito do município de Piúma/ES - Parte 1 - Candidata Fernanda Taylor



Continuando o resumo da avaliação dos Planos de Governo feita pelo Sr. Cristiano Bodart, faço questão de lembrar aos meus leitores que:
·        Meus comentários estão em azul e são pessoais, não tendo nada a ver com o ponto de vista profissional do Sr. Bodart;
·        Eu não sou, nem pretendo me passar por entendida de sociologia ou ciências políticas, sou uma apenas cidadã que se cansou de ficar calada;

Com isso em vista, sinta-se a vontade para rir de minha indignação ou sofrer junto comigo por nosso município tão desprezado pelos políticos.

Então, vamos lá:

FERNANDA TAYLOR

Na proposta da candidata Fernanda Taylor, a elaboração do documento é assim apresentada:

Este trabalho é resultado da participação da nossa população que, através de vários segmentos sociais, se reuniu, discutiu e encaminhou propostas aqui contidas, fruto da vontade de fazer de nossa querida Piúma uma cidade mais acolhedora, inclusiva e de oportunidades, onde a qualidade de vida para todos esteja presente em todos os cantos (TAYLOR, 2012, p. 2). 

Pergunta pertinente do Sr. Bodart:

"Você, eleitor, participou ou soube dessas reuniões populares?"
Aqui deixo um pequeno à parte: Não seria Sr. Bodart, o caso dessas reuniões terem sidas elaboradas com o povo do município de Vitória?
Outra questão:
“Não fica claro é se as supostas sugestões da população foram sugestivas ou deliberativas. Ou seja, se foi só consultivo ou se realmente assumiu a que esta suposta participação social havia definido.”

A verdade é que a analise que o Sr. Bodart faz sobre o Plano de Governo da candidata Fernanda Taylor é mais justa do que a minha, uma vez que se dependesse de mim eu começaria a analisar tudo da perspectiva de uma moradora de Vitória e não de Piúma. (Referência, pois sim!)

O Sr. Bodart ainda avalia:

“Louvo a intenção da candidata em implantar o Orçamento Participativo em Piúma. Quanto à criação do “Painel Cidadão”, a ideia de disponibilizar as contas é louvável, porém “mirabolante” e desnecessária.” (o que talvez fosse válido em uma cidade com uma população com mais de 300 mil habitantes, Sr. Bodart? Como Vitória, por exemplo?).

Ele lembra que a Lei Federal institui essa prestação de contas via internet, o que torna o “Painel Cidadão” desnecessário.

“A ideia de “Prefeitura no Bairro” indica que a referida candidata pouco conhece o Orçamento Participativo, o qual já possui essa prática para torna-lo executável. O uso da expressão “Toda a estrutura político-administrativa” parece ser um exagero desnecessário.”

Minhas desculpas ao Sr. Bodart, sei que ele é um profissional gabaritado no que se refere às Avaliações que tem feito e louvo sua imparcialidade e boa intenção para com o povo de Piúma, mas considero toda a avaliação do Plano de Governo da candidata Fernanda Taylor uma perda de tempo, uma vez que o mesmo, de acordo com o Presidente do PT, é apenas “uma referência” a ser “adaptada” ao município “caso” a candidata vença.
Por causa dessa “explicação”, eu retiraria quaisquer avaliações sobre o Plano de Governo, uma vez que o próprio PT admite que ele não é “oficial”.

Quem quiser ler a avaliação na integra, por favor acessem o link abaixo. 
AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE GOVERNO DOS CANDIDATOS A PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PIÚMA/ES
Pessoalmente, não pretendo perder meu tempo com um Plano de Governo de brincadeira (para enganar trouxa)

Desculpe-me Sr. Bodart, eu não sou profissional, sou apenas uma cidadã, cansada de ser enganada.




Viva? Piúma?